Sobre
Symmachy / συμμαχία
Etimologia
Do grego symmachía (συμμαχία), formada de sýn- (com, junto) e máchē (batalha). Literalmente: lutando ao lado. A palavra denota um pacto de defesa mútua entre iguais — não uma hierarquia, não uma clientela.
A âncora histórica
O Koinón Aqueu, fundado em 281 a.C., federou sete cidades. Políbio, em Histórias II, o descreve como o experimento mais bem-sucedido de democracia horizontal do mundo antigo. Os sete nós na marca-constelação da SYMMACHY não são decorativos — são a referência histórica codificada na marca.
Linhagem filosófica
A doutrina da SYMMACHY se apoia explicitamente nos seguintes autores. São listados não como ornamento, mas como a lista de leitura que uma contraparte precisaria para discutir com a Carta.
- Aristóteles, Política III.9 — sobre a cidade como comunidade política.
- Pierre-Joseph Proudhon, Du principe fédératif (1863) — sobre a federação contra a centralização.
- Piotr Kropotkin, O apoio mútuo (1902) — sobre a cooperação como força evolutiva.
- Hannah Arendt, A condição humana (1958) — sobre a ação e o domínio público.
- Murray Bookchin, A ecologia da liberdade (1982) — sobre a democracia confederal.
- Hardt e Negri, Multidão (2004) — sobre a forma política em rede.
- Graeber e Wengrow, O despertar de tudo (2021) — sobre a recuperabilidade das formas horizontais.
Como se referir a nós
Em texto corrido: SYMMACHY (todas as letras maiúsculas). Pronunciada sym-MAH-key. A forma grega symmachía é usada quando se invoca o conceito histórico, não a empresa.
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